Em livros mais anteriores a WW introduziu algumas ‘linhagens orientais’ que eram supostamente vampiros vindo o extremo Oriente. Desde então, WW criou o jogo “Kindred of the East” em que o conceito oriental de “vampiro” é usado.
A informação em DAV e WOD 1a Ed foi revisada. Essas informações agora são tratadas como suposições dos vampiros orientais, baseadas em suas percepções de encontros anteriores com eles.
Os Bushi (DAV), vistos como tendo Rapidez e Presença, eram também conhecidos por usarem uma Disciplina especial chamada Kai.
Os Gaki (WOD), que acreditavam ter Auspícios, Dominação e um poder baseado em sonhos chamado Rift.
Sob o novo sistema os vampiros orientais não possuem linhagens. Eles são espécies de vampiros que nascem após morrerem e visitarem o mundo espiritual (parecido com os ocidentais Renascidos). Seus poderes são chamados de Disciplinas também, e compartilham alguns efeitos similares.
Bushi foi revelado ser uma má pronúncia do nome ‘Bishamon’, que é uma corte japonesa de vampiros orientais; um grupo deles que funciona como uma “família” territorial controlando províncias.
Vampiros orientais chamam a si mesmos Kuei-jin, mas são chamados de Cathayanos pelos vampiros ocidentais. Gaki (ou Ketsuki) é o nome que os Kuei-jin japoneses usam para eles próprios, enquanto os Kuei-jin da China são chamados Wan-kuei.
Quando se converte personagens Gaki e Bushi de VTM para KotE, Rifts vira a Disciplina de Tapestry ou Cultivation. Kai pode ser realocada como Kiai ou Obligation.
2 - Lendo Chaos Factor e pensando ser Ennoia o antediluviano Gangrel, quem é Ashur?
Nergal é um Baali de 4a geração que acredita que Ashur (Cappadocius) é o senhor dos Baali. Tornado infernalista ele foi banido por magia, retornando anos mais tarde sob o nome de Shaitan. Como Shaitan, ele declarou ser o fundador da linhagem, sendo descoberto e parado. A partir daí, Nergal ou alguém mais tem criado falsos Shaitans.
Esses falsos Shaitans são armados dos poderes Baali e dos conhecimentos Baali secretos, muitos parecendo realmente acreditarem ser o real Shaitan (parecem ter a mente apagada).
Um dos mais famosos falsos Shaitans, que é tanto infernalista e dispersor dos segredos Baali, é rumorado ter viajado ao Oeste através do mar (Cb:Ba p. 66) e supõe-se ser o Baali que apareceu no México.
Na crônica crossover Mago/Vampiro chamada The Chaos Factor, havia um poderoso vampiro chamado Shaitan, que apareceu no México 1500 anos atrás e tem dormido abaixo da Cidade do México até recentemente.
Ele narra uma história de ser ele mesmo a primeira cria de Ashur, traído pela cria de 4a geração de Ashur, Gangrel. Esta história (se verdadeira) faria Gangrel um Cappadocian de 4a geração. O autor de Chaos Factor disse que a história de Shaitan deveria se referir à cria de 4a geração de Ashur como sendo Giovanni (o que é mais ou menos verdade). Porém Giovanni não foi abraçado até 500 anos depois de Shaitan chegar no México.
Então, o editor mudou Giovanni para Gangrel, “por causa, bem, começa com G também”.
Em outras palavras, FOI UM ERRO DO ESCRITOR CAUSADO POR NÃO CONHECIMENTO DA LINHA DO TEMPO ALIADO A UMA MÁ DECISÃO EDITORIAL.
Gangrel não deveria aparecer na história original e não deveria ser uma cria de Cappadocius.
3 - Um vampiro em torpor pode gastar sangue ou não?
Sob a guia de Dark Ages, vampiros sempre queimam um ponto de sangue por dia, até mesmo em torpor. Mesmo se o vampiro entrar voluntariamente no torpor. O único meio de reter sangue através de longo sono era usar um dos poderes de Disciplina que preserve o sangue (como Mortis nível 4 ou Serpentis 3).
Há uma meta-Disciplina listada no suplemento de Dark Ages “Wolves at the Sea” chamada Wintering, que permite ao vampiro entrar num torpor normal e voluntário e ainda reter algum ponto de sangue. VRev (p. 216) mudou a regra.
Vampiros que voluntariamente entrem em torpor param de gastar pontos de sangue.
Vampiros que são forçados ao torpor continuam gastando o ponto de sangue diário até saírem. Um torpor pode ser forçado por trauma físico (sobrevivendo a um ataque mas sendo deixado Incapacitado) ou sendo estacado mas não morto.
4 - Alguns Clãs de Dark Ages tem diferentes Disciplinas e fraquezas?
Sim, WW mostra Clãs e Disciplinas mudando pelo tempo.
Alguns Clãs estão sempre fazendo ajustes nos poderes de suas Disciplinas. LS2 revela o Brujah de Dark Ages fazendo experimentos para melhorar Rapidez. A nova variação da era moderna (VRev) não é apenas uma mudança de regra, é uma evolução atual da Disciplina que toma lugar dentro do jogo.
Os Assamitas modernos tem um problema em tornar-se viciados em sangue vampírico. LS3 revela que essa não é sua real fraqueza, mas uma maldição posta pelos Baali. Em Dark Ages a maldição ainda está se difundindo, e só na linhagem guerreira (Assamitas tem três linhagens separadas). A fraqueza era comprada como Defeito.
5 - Quais são algumas das mudanças na Edição Revisada?
Há dois tipos de mudanças.
Mudanças “dentro do jogo” que resultaram em Clãs e linhagens desenvolvendo-se por uma razão ou outra, podem ser encontradas nas descrições dos Clãs (VRev, GttC, GttS, os livros LS) ou são parte da crônica.
Mudanças retroativas NÃO são eventos ou mudanças que aconteceram dentro do WOD, elas são melhorias na mecânica do jogo, revisões e re-escrituras da história. Cubramos então somente as mudanças retroativas...
Os Malkavianos do Sabbat são mais estáveis, tendo apenas uma Perturbação ao invés de duas (mudança retroativa ou efeito colateral da ação de Demência?).
Os Ventrue antitribo foram revistos. Eles têm o mesmo grupo de Disciplinas como suas contrapartes da Camarilla.
Uma sub linhagem de Assamitas chamada Vizires revelaram ter Taumaturgia como Disciplina de Clã.
Os Tzimisce tem uma linhagem de Kolduns que possuem Feitiçaria Koldúnica ao invés de Vicissitude (alguns livros põem como Taumaturgia).
Os Tremere são agora retratados mais seriamente como caçadores de traidores Tremere e de outros usos da “sua” Taumaturgia.
Em Dark Ages, os rituais taumatúrgicos sempre dão sucesso, mas nos tempos modernos eles podem algumas vezes falhar (jogadores devem testar sucessos).
Necromância foi alterada numa forma de magia similar à Taumaturgia, completa com várias Trilhas e rituais relacionados à morte.
Os Samedi foram alterados, nunca tendo Necromância como Disciplina de Clã. Alguns anciões Samedi adquiriram Necromância, mas como uma Disciplina fora de Clã.
Kiasyd foi alterados, nunca tendo Necromância, mas realocaram Potência por Dominação.
Os membros do Sabbat agora começam com a Humanidade intacta. O “enterre alguém e acerte-o com uma pá” é notada como sendo uma coisa de tempo de guerra apenas. Muitos Sabbat escolhem quem irão abraçar usando critérios e períodos de observação, exatamente como não Sabbats (aí então os acerta com a pá).
Nihilistics foi alterada, sendo agora a Trilha Vítrea da Necromância Nagaraja.
A Disciplina Mortis ainda existe como uma Disciplina normal, mas os Harbingers tem uma Trilha Necromântica similar chamada Trilha Mortuus.
6 - Rasputin pertence a que Clã?
Dan Greenberg tinha planos para Rasputin, mas há muito foram postos de lado. Rasputin era pra ser um Malkavian mascarado como Malkavian, Setita, Garou, Mago...
Hoje, Rasputin é o pôster do conceito de que você não deve acreditar no que lê. Clanbooks apresentam-no como sendo tradição do Clã e crença geral, e só porque o Clã acredita em algo, não faz disso verdade.
Apenas as barras laterais (textos em caixa cinza) são apresentados como fato.
7 - Quantos Membros existem hoje?
A média mundial da era moderna é da razão de 1 vampiro pra cada 100mil mortais.
6 bilhões de pessoas no mundo nos daria uns 60mil vampiros.
Embora pelo menos 20mil desses sejam Cathayanos (vampiros orientais) então não sendo bem “Membros”, reduzindo o número para 40mil (VstH p. 16).
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
A ERA DOS VAMPIROS
Como vimos, o vampirismo é uma lenda presente desde tempos remotos e em diversas regiões, no entanto, no século XVIII assistimos a uma verdadeira avalanche de casos e histórias, quase todas oriundas da Europa Oriental, que colocou em polvorosa a opinião pública e despertou a curiosidade e o espanto de filósofos, religiosos e autoridades governamentais.
Conhecido como o século das luzes, foi uma época em que o saber e a ciência davam passos consideráveis. Pensava-se que a razão tudo explicaria, e que crenças e supertições seriam coisas do passado. Por outro lado, as seitas místicas e esotéricas também aumentavam, o que fazia desta época, um tempo de contradições. Jornais franceses desta época chegaram a estampar reportagens sobre impressionantes histórias, que fazia do vampirismo um assunto dos mais destacados.
Conta-se que neste tempo, em muitas regiões da Europa Oriental o vampirismo tornou-se uma verdadeira praga, atingindo dezenas de jovens, velhos, crianças e até mesmo animais. Por esta época, segundo as narrativas, hordas de mortos-vivos assombravam de forma horripilante vilas e aldeias, fala-se que a volúpia destes espectros era tamanha que seus cadáveres eram encontrados nadando em sangue por suas sepulturas. Diante tal realidade, as autoridades passaram a encarar o vampirismo, na medida em que tratava-se de uma epidemia incontrolável, segundo muitos relatos. Para se Ter uma idéia, conta-se que soberanos húngaros, chegaram a determinar a formação de comissões para estudar o fenômeno, considerado uma praga que colocava em risco o poder do estado e das autoridades constituídas. Neste tempo, chegou-se a determinar a incineração, decapitação e perfuração dos corações de todos os cadáveres de cemitérios, onde por ventura habitassem um ou mais vampiros, na medida em que supunha-se que o vírus do vampir poderia inclusive atingir os mortos que ali jaziam. Fala-se que nesta época, fogueiras ardiam por muito tempo incinerando diversos cadáveres suspeitos de vampirismo, e que durante estes grandes rituais de incineração, todos os animais que se encontrassem na proximidades também eram queimados, pois acreditava-se que os vampiros poderiam encarnar em alguns deles, escapando assim da destruição definitiva.
"Se há no mundo uma história provada, é a dos Vampiros..." Jean Jacques
Rousseau, Carta ao Arcebispo de Paris
"Não falta nada: autos, certificados de homens notáveis, de cirurgiões, de magistrados. A prova jurídica é a mais completa. Com tudo isto, quem acredita pois nos Vampiros ?..." Jean Jacques Rosseau, Carta ao Arcebispo de Paris
"Em certas regiões da Morávia, era muito comum homens mortos aparecerem na companhia dos vivos." D. Calmet, Dissertation sur les Revenants, Vampires, de Hongrie, Bohême et Moravie, III
"As almas, possuídas por uma força estígia, voltam às vezes para cadáveres
que tinham abandonado, e então, como se estivessem ressuscitadas, cumprem
ações horríveis..." H. C. Agrippa, A filosofia Oculta, Livro III, 41.
Conhecido como o século das luzes, foi uma época em que o saber e a ciência davam passos consideráveis. Pensava-se que a razão tudo explicaria, e que crenças e supertições seriam coisas do passado. Por outro lado, as seitas místicas e esotéricas também aumentavam, o que fazia desta época, um tempo de contradições. Jornais franceses desta época chegaram a estampar reportagens sobre impressionantes histórias, que fazia do vampirismo um assunto dos mais destacados.
Conta-se que neste tempo, em muitas regiões da Europa Oriental o vampirismo tornou-se uma verdadeira praga, atingindo dezenas de jovens, velhos, crianças e até mesmo animais. Por esta época, segundo as narrativas, hordas de mortos-vivos assombravam de forma horripilante vilas e aldeias, fala-se que a volúpia destes espectros era tamanha que seus cadáveres eram encontrados nadando em sangue por suas sepulturas. Diante tal realidade, as autoridades passaram a encarar o vampirismo, na medida em que tratava-se de uma epidemia incontrolável, segundo muitos relatos. Para se Ter uma idéia, conta-se que soberanos húngaros, chegaram a determinar a formação de comissões para estudar o fenômeno, considerado uma praga que colocava em risco o poder do estado e das autoridades constituídas. Neste tempo, chegou-se a determinar a incineração, decapitação e perfuração dos corações de todos os cadáveres de cemitérios, onde por ventura habitassem um ou mais vampiros, na medida em que supunha-se que o vírus do vampir poderia inclusive atingir os mortos que ali jaziam. Fala-se que nesta época, fogueiras ardiam por muito tempo incinerando diversos cadáveres suspeitos de vampirismo, e que durante estes grandes rituais de incineração, todos os animais que se encontrassem na proximidades também eram queimados, pois acreditava-se que os vampiros poderiam encarnar em alguns deles, escapando assim da destruição definitiva.
"Se há no mundo uma história provada, é a dos Vampiros..." Jean Jacques
Rousseau, Carta ao Arcebispo de Paris
"Não falta nada: autos, certificados de homens notáveis, de cirurgiões, de magistrados. A prova jurídica é a mais completa. Com tudo isto, quem acredita pois nos Vampiros ?..." Jean Jacques Rosseau, Carta ao Arcebispo de Paris
"Em certas regiões da Morávia, era muito comum homens mortos aparecerem na companhia dos vivos." D. Calmet, Dissertation sur les Revenants, Vampires, de Hongrie, Bohême et Moravie, III
"As almas, possuídas por uma força estígia, voltam às vezes para cadáveres
que tinham abandonado, e então, como se estivessem ressuscitadas, cumprem
ações horríveis..." H. C. Agrippa, A filosofia Oculta, Livro III, 41.
Dicionário de Termos Vampíricos
Abrigos (Haven): O lugar no qual um vampiro reside ou se esconde durante o dia.
Adopção (Embrace): Também conhecida como Abraço. É a transformação de um mortal em um vampiro.
Anarquista (Anarch): Os rebeldes da sociedade vampirica. Aqueles que querem mudar as coisas, tirando do poder os vampiros mais velhos para que possam todos governar juntos (em teoria). Na verdade, os mais jovens tentam controlar o poder para eles.
Ancião (Ancient): Termo com que se refere aos mais velhos dos vampiros, com idades que rodam desde os 200 aos 1000 anos. Os anciões detêm um enorme poder na sua sociedade. Eles são também o principal alvo dos anarquistas.
Ante-diluviano (Antidiluvian): São as criaturas mais poderosas do mundo (considerando que Caine (Cain) está morto), nasceram antes do diluvio e pertençem a terceira geração.
Antitribu: A mesma versão de um clã do Camarilla no Sabbat, ou vice-versa.
Arconte (Archon): Vampiro que serve a um Justicar, fazendo todo o trabalho sujo e denunciando qualquer quebras nas tradições.
Besta (Beast): É que o animal que está preso em todos os vampiros. O aspecto selvagem, furioso e cruel que todos os vampiros têm de saber controlar, para que a besta não se apodere deles. Sempre que um vampiro perca o controle, torna-se menos humano e mais cruel.
Caitiff: Os "mendigos" da sociedade dos vampiros. Normalmente são aqueles que estão afastados do seu clã de origem, sobrevivendo sozinhos e esquecendo a sua humanidade. Muitos seguem as suas próprias regras, não querendo saber das regras dos outros vampiros. São potenciais anarquistas.
Cainites: Definição para vampiros. Aqueles que descendem de Caine (Cain).
Camarilla: A maior facção de vampiros, organiza os seus clãs e faz valer as tradições. Sete clãs formam atualmente a Camarilla, mas na teoria, qualquer vampiro independente, pode requerer a sua filiação. A Camarilla está espalhada pelo mundo inteiro, e controla diversos acontecimentos da vida vampirica.
Clãs (Clans): Nas linhagem dos vampiros, cada clã tens as suas características e particularidades especiais.
Círculo Interno (Inner Circle): São os anciões poderosos que dominam a Camarilla. O conselho que toma as principais decisões da facção.
Conclave: Eventos políticos que só podem ser convocados por um Justicar. Um conclave pode durar dias ou até mesmo meses e nele qualquer vampiro é bem vindo para levar um assunto a julgamento.
Demónios (Ghouls): Mortais ou animais que bebem do sangue de um vampiro sem terem sido adotados e recebem poderes especiais por isso. Depois de terem bebido do sangue do seu mestre três vezes, os demônios tornam-se seus escravos, adquirindo um Laço de Sangue. O Demônio começa a envelhecer mais devagar, mas se por qualquer motivo ficar sem receber o sangue do seu mestre por mais de um ano, torna-se de novo mortal e envelhece em segundos tudo aquilo que não envelheceu em anos.
Devassidão (Diablerie): Se um vampiro atacar outro de menor geração, sugando todo o seu sangue e alma para si, esse vampiro consegue cair de geração. Por exemplo, se um vampiro de 8ª geração atacar um de 6ª, fica automaticamente como de 7ª geração, possibilitando assim obter mais poderes especiais que só os vampiros de gerações mais antigas têm. Esta prática é expressamente proibida pela Camarilla e até mesmo pelo código de honra dos vampiros.
Disciplinas (Disciplines): Os poderes dos vampiros. Cada um dos vários tipos de poder que possam ter, sejam eles de natureza física, psíquica ou espiritual.
Elísio (Elysium): São os lugares considerados sagrados ou neutros pelos vampiros, na sua maioria foram declarados pelo Príncipe. Nestes locais, nenhuma Disciplina pode ser usada, nem pode ser utilizada nenhuma arma e nem sequer pode ocorrer nenhum conflito.
A Fome (The Hunger): A necessidade de todos os vampiros. A única coisa que mantêm vivo um vampiro é o consumo de sangue com uma certa regularidade, em média, de uma a duas vezes por semana. A fome de um vampiro é algo muito passional, forte e quase incontrolávél, diferente da fome dos mortais. Os dentes dos vampiros deixam uma marca muito pequena na vitima, que desaparece logo que um vampiro lamber as mordidas. Não é necessário que um vampiro mate a sua vitima para se alimentar. Isto só acontece quando um vampiro está demasiado fraco e com muita fome, deixando-se apoderar pela Besta.
Caçada de Sangue (BloodHunt): Uma caçada decretada a um vampiro, por o mesmo ter feito algo contra as tradições. Só um vampiro ancião pode decretar uma medida tão extrema. Aquele que tiver o azar de ser caçado, vai ser morto assim que for encontrado, não importa em que parte do mundo esteja.
Golconda: É um estado de espírito que muitos vampiro tentam alcançar. Ao conseguirem alcançar o Golconda, o vampiro controla o seu instinto e contêm a Besta, tornado-se menos suscetível a Fome e aos pecados da vida vampirica. Um vampiro só consegue obter o Golconda através do remorso, do arrependimento e da completa aceitação da sua condição de amaldiçoado. Muitas lendas dizem que, uma vez alcançado o Golconda, um vampiro pode efetuar um ritual secreto para poder se tornar num mortal novamente.
Gerações (Generations): O quanto que um vampiro está distante de Caine, que é a primeira geração. As gerações mais próximas de Cain têm muito mais poder, e as mais distantes têm um sangue que se vai tornando mais rarefeito e sem tanta herança vampirica, logo com menos poderes.
Gehenna: O retorno dos vampiros ante-diluvianos desaparecidos que, muito velhos, necessitam de sangue muito mais poderoso do que o de um simples mortal e vão á caça de outros vampiros. A batalha final, o Inferno, o Apocalipse.
Inconnu: Vampiros que se afastaram dos outros com a idade. São antigos, poderosos, e não gostam de se envolver na Jyhad ou nas decisões da Camarilla, apesar de haver alguns que transgridem essa regra. Tudo sobre esta facção é praticamente desconhecido, como as suas regras e tradições, mas sabe-se que eles fazem as suas próprias leis e não admitem que um dos seus seja julgado pela Camarilla.
Vicissitude: Como mestres da disciplina da Vicissitude, os Tzimisce muitas das vezes têm aparências surpreendentes - quer sejam admiravelmente belas ou impressionantemente grotescas, dependendo obviamente da vontade de cada um. Os jovens Tzimisce, na procura de explorar a sua natureza desumana, levam a cabo varias modificações corporais neles mesmo. Os mais velhos do clã, todavia, muitas das vezes adotam formas impecávéis e simétricas; afinal de contas, o corpo é apenas uma máquina de passagem.
Justicar: Os juízes que são o maior poder dentro da Camarilla, a seguir ao Circulo Interno. Eles julgam qualquer quebra das tradições e podem convocar um Conclave onde e quando quiserem. Quando eles chegam a uma cidade devem ser mais respeitados até do que o próprio Príncipe.
Jyhad: A guerra sagrada entre os vampiros, que ocorre nas sombras, clã contra clã, facção contra facção.
Laço de Sangue (Blood Bond): A troca de sangue entre dois vampiros. O vampiro que cede o sangue é chamado de Regente, e o que o recebe de Vassalo. Cada vez que o Vassalo receber sangue do Regente, vai ficar mais submisso e mais dependente dele. Este laço só pode ser enfraquecido por um ódio muito forte, ou se o Regente deixar de dar sangue ao Vassalo. Quando se quebra o laço, o Vassalo passa a odiar tanto o Regente que este se torna no seu pior inimigo. Quando a troca de sangue é mutua, ou seja, um bebe do sangue do outro, estabelece-se um vinculo, onde um passa a adorar o outro, e eles criam uma espécie de elo empático.
Linhas de Sangue (BloodLines): Linhagens de vampiros que são descendentes de uma já existente. Só se considera um clã aquele cuja linhagem descenda diretamente de uma terceira geração.
Lobisomens (Werewolves): Protetores da Terra e do meio ambiente e grandes inimigos dos vampiros.
Máscara (The Masquerade): A mais importante das tradições. É o código de honra dos vampiros que dita que nenhum mortal ou mago ou quem quer que seja que não vampiro, não deve saber da existência dos vampiros. Simples e fácil de entender, qualquer quebra da Máscara será punida com a morte.
Magos (Mage): Têm poderes místicos e muita sabedoria. Representam um grande perigo para os vampiros, pois não podem ser identificados facilmente, já que fisica e espiritualmente eles são seres humanos normais.
Matusálem (Mathesulah): Os vampiros que chegam a idades de 1000/2000 anos. São extremamente poderosos, mas, depois de tão velhos, um enorme tédio abate-se sobre eles e poucos sobrevivem (alguns chegam mesmo a suicidar-se) para serem chamados de Matusálens. Costumam fugir sempre ao desejo de devassidão dos anarquistas, e só se envolvem na Jyhad de longe e sempre no anonimato.
Parentes (Kindred): O nome mais comum para se referir aos vampiros. Termo muito usado pelos membros da Camarilla para definir os vampiros.
Morte Final (Final Death): A morte de um vampiro. Eles morrem desde que se lhe corte a cabeça, sejam queimados até ao fim, se for exposto ao Sol, ou se perder todo o sangue do corpo.
Neonate: Nome muito comum para definir os mais jovens, os recém-adotados.
Primogenie (Primogen): Conselho de anciões que aconselham e moderam o poder do Príncipe. Juntos são os mais poderosos da cidade.
Progenie (Progen): Nome dado pelos senhores aos seus filhos, ou seja, aqueles que ele adotou.
Príncipe (Prince): O ancião que controla e domina uma cidade. Muitos criam as suas leis e não dizem nada à Camarilla. Ele é o supervisor, o árbitro de todas as disputas e principal responsável pela manutenção das tradições, em especial a da Masquerade (Máscara). Nem todas as cidades do mundo possuem um príncipe ou princesa; algumas delas são governadas por conselhos ou simplesmente não são governadas por ninguém (como é o caso de Los Angeles).
Rebanho (Retainer): Mortais que sabem da existência dos vampiros e que lhes servem como doadores de sangue, normalmente em troca de algo como dinheiro, fama, emprego ou simplesmente amor.
Sabbat: Uma facção que se opõe á Camarilla, na qual a Masquerade (Máscara) pouco importa e a coletividade vale mais do que o individual. Têm as suas próprias regras; têm o culto da morte, desenvolvem rituais de magia negra, desprezam a humanidade e deixam os seus instintos se sobreporem, tornado-se violentos e cruéis. O Sabbat é formado por 12 clãs, sendo 10 deles antitribu.
Torpor: Quando os ferimentos de um vampiro se tornam demasiado graves, eles caem num sono profundo chamado torpor. Um vampiro pode ser colocado em torpor instantaneamente, mesmo sem estar ferido, desde que se atravesse o seu coração com um objeto de madeira (como uma estaca). Neste estado, o vampiro é totalmente vulnerável.
Adopção (Embrace): Também conhecida como Abraço. É a transformação de um mortal em um vampiro.
Anarquista (Anarch): Os rebeldes da sociedade vampirica. Aqueles que querem mudar as coisas, tirando do poder os vampiros mais velhos para que possam todos governar juntos (em teoria). Na verdade, os mais jovens tentam controlar o poder para eles.
Ancião (Ancient): Termo com que se refere aos mais velhos dos vampiros, com idades que rodam desde os 200 aos 1000 anos. Os anciões detêm um enorme poder na sua sociedade. Eles são também o principal alvo dos anarquistas.
Ante-diluviano (Antidiluvian): São as criaturas mais poderosas do mundo (considerando que Caine (Cain) está morto), nasceram antes do diluvio e pertençem a terceira geração.
Antitribu: A mesma versão de um clã do Camarilla no Sabbat, ou vice-versa.
Arconte (Archon): Vampiro que serve a um Justicar, fazendo todo o trabalho sujo e denunciando qualquer quebras nas tradições.
Besta (Beast): É que o animal que está preso em todos os vampiros. O aspecto selvagem, furioso e cruel que todos os vampiros têm de saber controlar, para que a besta não se apodere deles. Sempre que um vampiro perca o controle, torna-se menos humano e mais cruel.
Caitiff: Os "mendigos" da sociedade dos vampiros. Normalmente são aqueles que estão afastados do seu clã de origem, sobrevivendo sozinhos e esquecendo a sua humanidade. Muitos seguem as suas próprias regras, não querendo saber das regras dos outros vampiros. São potenciais anarquistas.
Cainites: Definição para vampiros. Aqueles que descendem de Caine (Cain).
Camarilla: A maior facção de vampiros, organiza os seus clãs e faz valer as tradições. Sete clãs formam atualmente a Camarilla, mas na teoria, qualquer vampiro independente, pode requerer a sua filiação. A Camarilla está espalhada pelo mundo inteiro, e controla diversos acontecimentos da vida vampirica.
Clãs (Clans): Nas linhagem dos vampiros, cada clã tens as suas características e particularidades especiais.
Círculo Interno (Inner Circle): São os anciões poderosos que dominam a Camarilla. O conselho que toma as principais decisões da facção.
Conclave: Eventos políticos que só podem ser convocados por um Justicar. Um conclave pode durar dias ou até mesmo meses e nele qualquer vampiro é bem vindo para levar um assunto a julgamento.
Demónios (Ghouls): Mortais ou animais que bebem do sangue de um vampiro sem terem sido adotados e recebem poderes especiais por isso. Depois de terem bebido do sangue do seu mestre três vezes, os demônios tornam-se seus escravos, adquirindo um Laço de Sangue. O Demônio começa a envelhecer mais devagar, mas se por qualquer motivo ficar sem receber o sangue do seu mestre por mais de um ano, torna-se de novo mortal e envelhece em segundos tudo aquilo que não envelheceu em anos.
Devassidão (Diablerie): Se um vampiro atacar outro de menor geração, sugando todo o seu sangue e alma para si, esse vampiro consegue cair de geração. Por exemplo, se um vampiro de 8ª geração atacar um de 6ª, fica automaticamente como de 7ª geração, possibilitando assim obter mais poderes especiais que só os vampiros de gerações mais antigas têm. Esta prática é expressamente proibida pela Camarilla e até mesmo pelo código de honra dos vampiros.
Disciplinas (Disciplines): Os poderes dos vampiros. Cada um dos vários tipos de poder que possam ter, sejam eles de natureza física, psíquica ou espiritual.
Elísio (Elysium): São os lugares considerados sagrados ou neutros pelos vampiros, na sua maioria foram declarados pelo Príncipe. Nestes locais, nenhuma Disciplina pode ser usada, nem pode ser utilizada nenhuma arma e nem sequer pode ocorrer nenhum conflito.
A Fome (The Hunger): A necessidade de todos os vampiros. A única coisa que mantêm vivo um vampiro é o consumo de sangue com uma certa regularidade, em média, de uma a duas vezes por semana. A fome de um vampiro é algo muito passional, forte e quase incontrolávél, diferente da fome dos mortais. Os dentes dos vampiros deixam uma marca muito pequena na vitima, que desaparece logo que um vampiro lamber as mordidas. Não é necessário que um vampiro mate a sua vitima para se alimentar. Isto só acontece quando um vampiro está demasiado fraco e com muita fome, deixando-se apoderar pela Besta.
Caçada de Sangue (BloodHunt): Uma caçada decretada a um vampiro, por o mesmo ter feito algo contra as tradições. Só um vampiro ancião pode decretar uma medida tão extrema. Aquele que tiver o azar de ser caçado, vai ser morto assim que for encontrado, não importa em que parte do mundo esteja.
Golconda: É um estado de espírito que muitos vampiro tentam alcançar. Ao conseguirem alcançar o Golconda, o vampiro controla o seu instinto e contêm a Besta, tornado-se menos suscetível a Fome e aos pecados da vida vampirica. Um vampiro só consegue obter o Golconda através do remorso, do arrependimento e da completa aceitação da sua condição de amaldiçoado. Muitas lendas dizem que, uma vez alcançado o Golconda, um vampiro pode efetuar um ritual secreto para poder se tornar num mortal novamente.
Gerações (Generations): O quanto que um vampiro está distante de Caine, que é a primeira geração. As gerações mais próximas de Cain têm muito mais poder, e as mais distantes têm um sangue que se vai tornando mais rarefeito e sem tanta herança vampirica, logo com menos poderes.
Gehenna: O retorno dos vampiros ante-diluvianos desaparecidos que, muito velhos, necessitam de sangue muito mais poderoso do que o de um simples mortal e vão á caça de outros vampiros. A batalha final, o Inferno, o Apocalipse.
Inconnu: Vampiros que se afastaram dos outros com a idade. São antigos, poderosos, e não gostam de se envolver na Jyhad ou nas decisões da Camarilla, apesar de haver alguns que transgridem essa regra. Tudo sobre esta facção é praticamente desconhecido, como as suas regras e tradições, mas sabe-se que eles fazem as suas próprias leis e não admitem que um dos seus seja julgado pela Camarilla.
Vicissitude: Como mestres da disciplina da Vicissitude, os Tzimisce muitas das vezes têm aparências surpreendentes - quer sejam admiravelmente belas ou impressionantemente grotescas, dependendo obviamente da vontade de cada um. Os jovens Tzimisce, na procura de explorar a sua natureza desumana, levam a cabo varias modificações corporais neles mesmo. Os mais velhos do clã, todavia, muitas das vezes adotam formas impecávéis e simétricas; afinal de contas, o corpo é apenas uma máquina de passagem.
Justicar: Os juízes que são o maior poder dentro da Camarilla, a seguir ao Circulo Interno. Eles julgam qualquer quebra das tradições e podem convocar um Conclave onde e quando quiserem. Quando eles chegam a uma cidade devem ser mais respeitados até do que o próprio Príncipe.
Jyhad: A guerra sagrada entre os vampiros, que ocorre nas sombras, clã contra clã, facção contra facção.
Laço de Sangue (Blood Bond): A troca de sangue entre dois vampiros. O vampiro que cede o sangue é chamado de Regente, e o que o recebe de Vassalo. Cada vez que o Vassalo receber sangue do Regente, vai ficar mais submisso e mais dependente dele. Este laço só pode ser enfraquecido por um ódio muito forte, ou se o Regente deixar de dar sangue ao Vassalo. Quando se quebra o laço, o Vassalo passa a odiar tanto o Regente que este se torna no seu pior inimigo. Quando a troca de sangue é mutua, ou seja, um bebe do sangue do outro, estabelece-se um vinculo, onde um passa a adorar o outro, e eles criam uma espécie de elo empático.
Linhas de Sangue (BloodLines): Linhagens de vampiros que são descendentes de uma já existente. Só se considera um clã aquele cuja linhagem descenda diretamente de uma terceira geração.
Lobisomens (Werewolves): Protetores da Terra e do meio ambiente e grandes inimigos dos vampiros.
Máscara (The Masquerade): A mais importante das tradições. É o código de honra dos vampiros que dita que nenhum mortal ou mago ou quem quer que seja que não vampiro, não deve saber da existência dos vampiros. Simples e fácil de entender, qualquer quebra da Máscara será punida com a morte.
Magos (Mage): Têm poderes místicos e muita sabedoria. Representam um grande perigo para os vampiros, pois não podem ser identificados facilmente, já que fisica e espiritualmente eles são seres humanos normais.
Matusálem (Mathesulah): Os vampiros que chegam a idades de 1000/2000 anos. São extremamente poderosos, mas, depois de tão velhos, um enorme tédio abate-se sobre eles e poucos sobrevivem (alguns chegam mesmo a suicidar-se) para serem chamados de Matusálens. Costumam fugir sempre ao desejo de devassidão dos anarquistas, e só se envolvem na Jyhad de longe e sempre no anonimato.
Parentes (Kindred): O nome mais comum para se referir aos vampiros. Termo muito usado pelos membros da Camarilla para definir os vampiros.
Morte Final (Final Death): A morte de um vampiro. Eles morrem desde que se lhe corte a cabeça, sejam queimados até ao fim, se for exposto ao Sol, ou se perder todo o sangue do corpo.
Neonate: Nome muito comum para definir os mais jovens, os recém-adotados.
Primogenie (Primogen): Conselho de anciões que aconselham e moderam o poder do Príncipe. Juntos são os mais poderosos da cidade.
Progenie (Progen): Nome dado pelos senhores aos seus filhos, ou seja, aqueles que ele adotou.
Príncipe (Prince): O ancião que controla e domina uma cidade. Muitos criam as suas leis e não dizem nada à Camarilla. Ele é o supervisor, o árbitro de todas as disputas e principal responsável pela manutenção das tradições, em especial a da Masquerade (Máscara). Nem todas as cidades do mundo possuem um príncipe ou princesa; algumas delas são governadas por conselhos ou simplesmente não são governadas por ninguém (como é o caso de Los Angeles).
Rebanho (Retainer): Mortais que sabem da existência dos vampiros e que lhes servem como doadores de sangue, normalmente em troca de algo como dinheiro, fama, emprego ou simplesmente amor.
Sabbat: Uma facção que se opõe á Camarilla, na qual a Masquerade (Máscara) pouco importa e a coletividade vale mais do que o individual. Têm as suas próprias regras; têm o culto da morte, desenvolvem rituais de magia negra, desprezam a humanidade e deixam os seus instintos se sobreporem, tornado-se violentos e cruéis. O Sabbat é formado por 12 clãs, sendo 10 deles antitribu.
Torpor: Quando os ferimentos de um vampiro se tornam demasiado graves, eles caem num sono profundo chamado torpor. Um vampiro pode ser colocado em torpor instantaneamente, mesmo sem estar ferido, desde que se atravesse o seu coração com um objeto de madeira (como uma estaca). Neste estado, o vampiro é totalmente vulnerável.
Vampirismo
assombrações são filhas do medo, dizia Monteiro Lobato no seu clássico O Saci. Muito antes dele, o filósofo Giambattista Vico afirmara, em Ciência Nova: "O espanto é filho da ignorância" – e acrescentava, em latim: "Primos in orbe deos facit temor." – ou, o medo produziu os primeiros deuses do mundo."
Vampiros são como assombrações; não são deuses; assemelham-se mais aos demônios. Porém, deuses ou demônios são quase a mesma coisa, todos integrantes da numerosa prole engendrada pelos temores e incompreensões dos humanos.
O vampirismo é um mito – uma narrativa tão antiga que sua origem se esconde na mesma bruma de fantasia onde se perdem as origens do homem. Apesar da tradição vampírica mais divulgada ser aquela que se refere às lendas romenas sobre o Conde Drácula, o fato é que registros de vampirismo remontam à Suméria, considerada a mais antiga civilização do mundo ocidental, e aparecem em mitologias de todo o mundo, sob variadas roupagens culturais.
Vampiros com diferentes características, de diferentes etnias e épocas, apresentam ao menos um traço em comum: o apetite por energia, a ergonfagia, que se traduz ora em fome de sangue, ora em fome de energia vital. Neste ponto, convém destacar o fato de que o sangue é o signo físico, orgânico, da própria vida como força abstrata.
VOLTA AO MUNDO VAMPÍRICO
As lendas vampíricas possuem versões múltiplas: coloridos ou envoltos em capas negras, exóticos ou sóbrios mas sempre sinistros há vampiros chineses, indianos, pré-colombianos, egípcios, árabes, gregos, africanos. Veja no quadro abaixo uma relação de algumas destas entidades:
INDIA - Baital, Rakshasa, a feiticeira vampira e os seguidores da magia negra da deusa Kali, os dakinis.
CHINA - Ch'iang Shih
ASSÍRIA - Ekiminus, espíritos malígnos invisíveis e capazes de possuir humanos.
GRÉCIA - Lâmias, " (...) gênios femininos que atacavam os jovens sugando-lhes o sangue." [1]
ROMA - Strigolius
TURQUIA - Goles
ÁFRICA - Asambossam
IRLANDA - Dearg-Dues
SÉRVIA - Vlokoslaks ou Mulos
BULGÁRIA - Krivopijac
POLÔNIA - Upiertzi
RÚSSIA - Viesczy
JAPAO - Kalpas
ESCÓCIA - Buh-Van-She ou Boabhan Sith, uma sincrética fada-demônio.
ROMÊNIA, VALÁQUIA, CÁRPATOS - Nosferatu e Drakul
EUROPA MEDIEVAL - Succubus e Inccubus
[1] De acordo com o Dicionário de mitologia greco-romana. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
Neste universo multifacetado de espécimens vampirescos podemos distinguir duas categorias ontológicas, ou, dois tipos de ser. Há os vampiros demônios, ou seja, de origem não humana, predominantes no Oriente Médio, Extremo Oriente, Grécia e África. A outra categoria provém de uma genealogia de matriz humana. São os mortos-vivos do leste europeu cujo representante mais destacado é Conde Drácula seguido da bizarra figura do Nosferatu, este, criatura de complexa genética claramente pertencente à linhagem dos chamados filhos de Caim – que seriam os numerosos descendentes do assassino de Abel, hoje dispersos por todo o mundo e divididos em 13 CLÃS dos quais, somente nove são atualmente conhecidos. Cada clã possui caráter e fisiologia próprios. São eles: 1. Malkaviano – 2. Nosferatu – 3. Giovannes – 4. Toreador – 5. Gangrel – 6. Brujah – 7. Ventrue – 8. Assamitas – 9. Tremere.
Vampiros são como assombrações; não são deuses; assemelham-se mais aos demônios. Porém, deuses ou demônios são quase a mesma coisa, todos integrantes da numerosa prole engendrada pelos temores e incompreensões dos humanos.
O vampirismo é um mito – uma narrativa tão antiga que sua origem se esconde na mesma bruma de fantasia onde se perdem as origens do homem. Apesar da tradição vampírica mais divulgada ser aquela que se refere às lendas romenas sobre o Conde Drácula, o fato é que registros de vampirismo remontam à Suméria, considerada a mais antiga civilização do mundo ocidental, e aparecem em mitologias de todo o mundo, sob variadas roupagens culturais.
Vampiros com diferentes características, de diferentes etnias e épocas, apresentam ao menos um traço em comum: o apetite por energia, a ergonfagia, que se traduz ora em fome de sangue, ora em fome de energia vital. Neste ponto, convém destacar o fato de que o sangue é o signo físico, orgânico, da própria vida como força abstrata.
VOLTA AO MUNDO VAMPÍRICO
As lendas vampíricas possuem versões múltiplas: coloridos ou envoltos em capas negras, exóticos ou sóbrios mas sempre sinistros há vampiros chineses, indianos, pré-colombianos, egípcios, árabes, gregos, africanos. Veja no quadro abaixo uma relação de algumas destas entidades:
INDIA - Baital, Rakshasa, a feiticeira vampira e os seguidores da magia negra da deusa Kali, os dakinis.
CHINA - Ch'iang Shih
ASSÍRIA - Ekiminus, espíritos malígnos invisíveis e capazes de possuir humanos.
GRÉCIA - Lâmias, " (...) gênios femininos que atacavam os jovens sugando-lhes o sangue." [1]
ROMA - Strigolius
TURQUIA - Goles
ÁFRICA - Asambossam
IRLANDA - Dearg-Dues
SÉRVIA - Vlokoslaks ou Mulos
BULGÁRIA - Krivopijac
POLÔNIA - Upiertzi
RÚSSIA - Viesczy
JAPAO - Kalpas
ESCÓCIA - Buh-Van-She ou Boabhan Sith, uma sincrética fada-demônio.
ROMÊNIA, VALÁQUIA, CÁRPATOS - Nosferatu e Drakul
EUROPA MEDIEVAL - Succubus e Inccubus
[1] De acordo com o Dicionário de mitologia greco-romana. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
Neste universo multifacetado de espécimens vampirescos podemos distinguir duas categorias ontológicas, ou, dois tipos de ser. Há os vampiros demônios, ou seja, de origem não humana, predominantes no Oriente Médio, Extremo Oriente, Grécia e África. A outra categoria provém de uma genealogia de matriz humana. São os mortos-vivos do leste europeu cujo representante mais destacado é Conde Drácula seguido da bizarra figura do Nosferatu, este, criatura de complexa genética claramente pertencente à linhagem dos chamados filhos de Caim – que seriam os numerosos descendentes do assassino de Abel, hoje dispersos por todo o mundo e divididos em 13 CLÃS dos quais, somente nove são atualmente conhecidos. Cada clã possui caráter e fisiologia próprios. São eles: 1. Malkaviano – 2. Nosferatu – 3. Giovannes – 4. Toreador – 5. Gangrel – 6. Brujah – 7. Ventrue – 8. Assamitas – 9. Tremere.
PORFIRIA A HIPÓTESE DAS CIÊNCIAS NATURAIS
Para as ciências naturais, o vampirismo nada tem de fantástico ou sobrenatural. Reconhecendo a existência de distúrbios comportamentais relacionados ao desejo de ingerir sangue associado à fotofobia, os cientistas que vêm estudando o fenômeno, caracterizaram a PORFIRIA, doença raríssima cujos sintomas correspondem ao sinais característicos da fisiologia e metabolismo atribuídos aos vampiros.
Embora os primeiros estudos datarem do século XIX, somente em 1985, o pesquisador David Dolfin ousou associar publicamente a PORFIRIA ao vampirismo em tese apresentada à Associação Americana Para o Avanço da Ciência. Segundo Dolfin, como decorrência de desarranjos graves na produção de hemoglobina, o pigmento vermelho do sangue, no passado, por ignorância, vítimas ou parentes de vítimas da doença acreditaram que a ingestão de sangue pudesse aliviar o sofrimento durante as crises - os ataques de porfiria.
Uma crise aguda provoca sensações e reações metabólicas violentas como fortes dores abdominais e musculares, vômitos, tremores, espasmos, paralisias e perturbações dos sentidos podendo ocorrer transtornos de personalidade.
O portador de porfiria não pode se expor ao sol. São fotossensíveis: a luz causa-lhes enrijecimento da epiderme, dor, surgimento de bolhas e edemas que demoram a sarar deixando cicatrizes e manchas desfigurantes.
O cientista e médico dermatologista belga, Jean Goens. observou pacientes que apresentaram distúrbios mentais que se traduziram em comportamentos anti-sociais, agressividade e busca de isolamento - a misantropia.
Com sintomas que tornam suas vítimas pessoas forçosamente tão excêntricas diante do que se chama de "levar uma vida normal" é natural que, no imaginário popular, ao longo de milênios, os portadores da porfiria fossem considerados como seres amaldiçoados ou mesmo demônios - tanto mais que a porfiria é um tema da saúde pouco divulgado pelos mídia e por sua raridade, é pouco conhecida e menos ainda reconhecida como doença pela medicina popular.
Embora os primeiros estudos datarem do século XIX, somente em 1985, o pesquisador David Dolfin ousou associar publicamente a PORFIRIA ao vampirismo em tese apresentada à Associação Americana Para o Avanço da Ciência. Segundo Dolfin, como decorrência de desarranjos graves na produção de hemoglobina, o pigmento vermelho do sangue, no passado, por ignorância, vítimas ou parentes de vítimas da doença acreditaram que a ingestão de sangue pudesse aliviar o sofrimento durante as crises - os ataques de porfiria.
Uma crise aguda provoca sensações e reações metabólicas violentas como fortes dores abdominais e musculares, vômitos, tremores, espasmos, paralisias e perturbações dos sentidos podendo ocorrer transtornos de personalidade.
O portador de porfiria não pode se expor ao sol. São fotossensíveis: a luz causa-lhes enrijecimento da epiderme, dor, surgimento de bolhas e edemas que demoram a sarar deixando cicatrizes e manchas desfigurantes.
O cientista e médico dermatologista belga, Jean Goens. observou pacientes que apresentaram distúrbios mentais que se traduziram em comportamentos anti-sociais, agressividade e busca de isolamento - a misantropia.
Com sintomas que tornam suas vítimas pessoas forçosamente tão excêntricas diante do que se chama de "levar uma vida normal" é natural que, no imaginário popular, ao longo de milênios, os portadores da porfiria fossem considerados como seres amaldiçoados ou mesmo demônios - tanto mais que a porfiria é um tema da saúde pouco divulgado pelos mídia e por sua raridade, é pouco conhecida e menos ainda reconhecida como doença pela medicina popular.
Vampirismo Nas Ciências Ocultas
Para os ocultistas, Mestres e Iniciados, o entendimento sobre os fenômenos ligados ao vampirismo podem ser resumidos em alguns princípios claros:
1º) Não existe "o vampiro" – morto-vivo cuja sobrevivência depende de atacar pessoas e sorver seu sangue. Os únicos mortos-vivos admitidos pelo ocultismo são as chamadas cascas de Kama-Loka, ou, o duplo astral que sobrevive ao corpo físico dos seres vivos após morte, e isso inclui o homem. Seriam essas cascas, os mortos-vivos ou entidades que aparecem nas sessões espíritas.
2º) Todos os que, proclamando-se magos, bruxos, feiticeiros, realizam sacrifícios de sangue humano ou de animais, ou são charlatães mergulhados na ignorância das superstições ou são desequilibrados mentais, doentes da cabeça, portadores de patologias psíquicas!
3º) O único vampirismo admitido entre os ocultistas é o chamado vampirismo psíquico que consiste em operações de drenagem e/ou envenenamento da energia psíquica, astral e prânica (vital) de uma vítima, seja por ação de larvas astrais, seja por ação de um mago negro.
As transferências de energias entre os seres é um fato comprovado nos laboratórios da ciência objetiva. A capacidade de ceder e drenar energias pode ser consciente – caso de ocultistas que se exercitam para desenvolver tal capacidade – ou inconsciente, quando alguém possui essa capacidade naturalmente desenvolvida sem, porém, sequer suspeitar quando cede ou quando lhe subtraem energia.
Entre os ocultistas que desenvolvem o poder de captar e transmitir energias, é o uso que fazem dessa faculdade que vai determinar se o praticante se define como um mago branco ou um mago negro.
VAMPIRISMO E LARVAS ASTRAIS
Ainda de acordo com a concepção ocultista sobre vampirismo, o fenômeno, além de ter como agente um mago negro – consciente ou inconsciente, também pode ser fruto da ação de LARVAS ASTRAIS. As larvas são de dois tipos: as primeiras, já mencionadas, são aqueles duplos de humanos, já desprovidos de razão, criaturas movidas unicamente por apetites sensuais.
É para satisfazer esses apetites que os fantasmas aderem à aura de um humano encarnado, de quem extraem o prana (energia vital) e substâncias materiais e com quem compartilham sensações. A energia vital serve para manter-lhes a coesão física – pois sem isso seu destino é a desintegração completa. Já as substâncias materiais são aquelas que lhes aplacam os clamores dos antigos vícios da personalidade à qual pertencia o duplo. O apego a essas substâncias e sensações, uma das razões que mantêm tais duplos apegados ao plano terreno, são principalmente as drogas, incluindo o álcool e o tabaco e os prazeres sexuais.
O SEGUNDO TIPO DE LARVA ASTRAL é um ser criado por um pensamento humano repetido e concentrado – e nesse ponto, o homem é como um pequeno Deus cujos pensamentos resultam em realidades. Essas larvas podem ser demônios e são constituídas, ou seja, formam-se na realidade sutil e invisível do astral, a partir de energias – partículas atômicas sintonizadas entre si – desprendidas pela agitação da matéria humana, agitação provocada por sentimentos como o ódio, o rancor, a cobiça, a inveja, o medo. Nestes casos, é a vítima que dá origem ao próprio vampiro.
VAMPIRISMO, MAGIA NEGRA E PROJEÇÃO ASTRAL
As projeções astrais ocorrem quando um ser humano consegue "sair do corpo físico" desfrutando livremente das faculdades do seu corpo astral ou duplo. Essa operação é chamada de PROJEÇÃO porque, na verdade, é a forma sutil do ser que se desloca enquanto o corpo material permanece em repouso.
Em suas práticas vampíricas, os magos negros se utilizam da projeção astral para assediar sua vítima em situação de extrema covardia, dentro de sua casa e quase sempre durante suas horas de sono. Mesmo desperta, a vítima não pode ver nem tocar seu algoz e portanto, se for um espírito fraco, estará indefesa.
O controle do corpo astral explica alguns dos poderes sobrenaturais atribuídos aos vampiros como a zoomorfose – quando o vampiro toma a aparência de animais como lobo, cão, gato ou morcego. Na verdade, seria o corpo astral, plasticamente mutável, que se torna visível na forma que o mago desejar.
Além de poder aparentar formas animais o mago que domina a o trânsito no pano astral pode praticar o envultamento ou invasão da esfera astral de outro ser vivo, seja humano ou animal.
Os estudos normais de um ocultista complementam o leque de potências que podem ser usadas em práticas vampíricas: telepatia, magnetismo hipnótico, telecinese, clarividência. Assim, o mago vampiro pode ler a mente a vítima, possuir seu arbítrio e ver o que com ela se passa à distância.
CORPO FECHADO – DESEFA CONTRA VAMPIRISMO
Evidentemente, assim como as Ciências Ocultas podem servir às práticas nefastas das magia vampírica, estas mesmas Ciências fornecem as estratégias e armas de defesa contra tais poderes malignos. A magia defensiva aconselha, antes de mais nada, o estudo dos tipos humanos a fim de que se possa identificar a ocorrência de vampirismo e seu agente causador.
Seja consciente ou inconsciente, o vampiro, ainda se apresente como uma pessoa encantadora ou prestativa, é uma criatura cuja presença eventual provoca cansaço e a convivência continuada, resulta em verdadeira exaustão mental e física na vítima; uma exaustão que vem acompanhada de tristeza e melancolia inexplicáveis podendo ainda haver incidência de dores de cabeça e doenças infecciosas – porque a drenagem energética pode afetar significativamente o sistema imunológico.
São sinais socio-comportamentais de vampirismo: não importando se rica ou pobre, feia ou bela, jovem ou idosa, essa pessoa evita olhar nos olhos de sua vítima. Prefere observar de soslaio ou quando sua observação não está sendo percebida. Por outro lado gostam de tocar na vítima sempre que a encontram, ao menos uma ou duas vezes. A pretexto de pedir favores estão sempre provocando encontros ou longas conversas telefônicas. Não raro são bajuladores e tentam comprar a simpatia da vítima com presentes e convites.
Pode ser um mero conhecido que tenta se aproximar ou pode ser o irmão que dorme no seu quarto; uma vez detectado o vampiro, sua presença deve ser evitada ou mesmo impedida definitivamente na casa e na vida da vítima, se possível for.
Melhor será se a própria vítima assumir uma postura mentalmente e objetivamente defensiva. Em caso de encontro fortuito, ao acaso, aconselha-se esquivar-se do contato físico, manter distância, proteger o plexo solar e ocultar os polegares. Ao mesmo tempo, é preciso determinar mentalmente o fechamento de todo o ser para qualquer tentativa de violação da mente ou do astral.
Para proteger-se de ação à distância é necessário praticar a meditação sobre imagens ou idéias positivas ou neutras, como paisagens naturais, pontos de luz, e oração, ou seja, formulação mental e/ou verbal de projeções igualmente positivas, voltadas para o bem pessoal e para o bem da humanidade.
É preciso superar todo o medo através da coragem que vem da valorização a honra de ser humano e coragem que vem da confiança numa justiça universal. Vencer o medo é sempre o melhor dos escudos porque o medo é a porta de entrada para todas as formas de manifestação do mal.
1º) Não existe "o vampiro" – morto-vivo cuja sobrevivência depende de atacar pessoas e sorver seu sangue. Os únicos mortos-vivos admitidos pelo ocultismo são as chamadas cascas de Kama-Loka, ou, o duplo astral que sobrevive ao corpo físico dos seres vivos após morte, e isso inclui o homem. Seriam essas cascas, os mortos-vivos ou entidades que aparecem nas sessões espíritas.
2º) Todos os que, proclamando-se magos, bruxos, feiticeiros, realizam sacrifícios de sangue humano ou de animais, ou são charlatães mergulhados na ignorância das superstições ou são desequilibrados mentais, doentes da cabeça, portadores de patologias psíquicas!
3º) O único vampirismo admitido entre os ocultistas é o chamado vampirismo psíquico que consiste em operações de drenagem e/ou envenenamento da energia psíquica, astral e prânica (vital) de uma vítima, seja por ação de larvas astrais, seja por ação de um mago negro.
As transferências de energias entre os seres é um fato comprovado nos laboratórios da ciência objetiva. A capacidade de ceder e drenar energias pode ser consciente – caso de ocultistas que se exercitam para desenvolver tal capacidade – ou inconsciente, quando alguém possui essa capacidade naturalmente desenvolvida sem, porém, sequer suspeitar quando cede ou quando lhe subtraem energia.
Entre os ocultistas que desenvolvem o poder de captar e transmitir energias, é o uso que fazem dessa faculdade que vai determinar se o praticante se define como um mago branco ou um mago negro.
VAMPIRISMO E LARVAS ASTRAIS
Ainda de acordo com a concepção ocultista sobre vampirismo, o fenômeno, além de ter como agente um mago negro – consciente ou inconsciente, também pode ser fruto da ação de LARVAS ASTRAIS. As larvas são de dois tipos: as primeiras, já mencionadas, são aqueles duplos de humanos, já desprovidos de razão, criaturas movidas unicamente por apetites sensuais.
É para satisfazer esses apetites que os fantasmas aderem à aura de um humano encarnado, de quem extraem o prana (energia vital) e substâncias materiais e com quem compartilham sensações. A energia vital serve para manter-lhes a coesão física – pois sem isso seu destino é a desintegração completa. Já as substâncias materiais são aquelas que lhes aplacam os clamores dos antigos vícios da personalidade à qual pertencia o duplo. O apego a essas substâncias e sensações, uma das razões que mantêm tais duplos apegados ao plano terreno, são principalmente as drogas, incluindo o álcool e o tabaco e os prazeres sexuais.
O SEGUNDO TIPO DE LARVA ASTRAL é um ser criado por um pensamento humano repetido e concentrado – e nesse ponto, o homem é como um pequeno Deus cujos pensamentos resultam em realidades. Essas larvas podem ser demônios e são constituídas, ou seja, formam-se na realidade sutil e invisível do astral, a partir de energias – partículas atômicas sintonizadas entre si – desprendidas pela agitação da matéria humana, agitação provocada por sentimentos como o ódio, o rancor, a cobiça, a inveja, o medo. Nestes casos, é a vítima que dá origem ao próprio vampiro.
VAMPIRISMO, MAGIA NEGRA E PROJEÇÃO ASTRAL
As projeções astrais ocorrem quando um ser humano consegue "sair do corpo físico" desfrutando livremente das faculdades do seu corpo astral ou duplo. Essa operação é chamada de PROJEÇÃO porque, na verdade, é a forma sutil do ser que se desloca enquanto o corpo material permanece em repouso.
Em suas práticas vampíricas, os magos negros se utilizam da projeção astral para assediar sua vítima em situação de extrema covardia, dentro de sua casa e quase sempre durante suas horas de sono. Mesmo desperta, a vítima não pode ver nem tocar seu algoz e portanto, se for um espírito fraco, estará indefesa.
O controle do corpo astral explica alguns dos poderes sobrenaturais atribuídos aos vampiros como a zoomorfose – quando o vampiro toma a aparência de animais como lobo, cão, gato ou morcego. Na verdade, seria o corpo astral, plasticamente mutável, que se torna visível na forma que o mago desejar.
Além de poder aparentar formas animais o mago que domina a o trânsito no pano astral pode praticar o envultamento ou invasão da esfera astral de outro ser vivo, seja humano ou animal.
Os estudos normais de um ocultista complementam o leque de potências que podem ser usadas em práticas vampíricas: telepatia, magnetismo hipnótico, telecinese, clarividência. Assim, o mago vampiro pode ler a mente a vítima, possuir seu arbítrio e ver o que com ela se passa à distância.
CORPO FECHADO – DESEFA CONTRA VAMPIRISMO
Evidentemente, assim como as Ciências Ocultas podem servir às práticas nefastas das magia vampírica, estas mesmas Ciências fornecem as estratégias e armas de defesa contra tais poderes malignos. A magia defensiva aconselha, antes de mais nada, o estudo dos tipos humanos a fim de que se possa identificar a ocorrência de vampirismo e seu agente causador.
Seja consciente ou inconsciente, o vampiro, ainda se apresente como uma pessoa encantadora ou prestativa, é uma criatura cuja presença eventual provoca cansaço e a convivência continuada, resulta em verdadeira exaustão mental e física na vítima; uma exaustão que vem acompanhada de tristeza e melancolia inexplicáveis podendo ainda haver incidência de dores de cabeça e doenças infecciosas – porque a drenagem energética pode afetar significativamente o sistema imunológico.
São sinais socio-comportamentais de vampirismo: não importando se rica ou pobre, feia ou bela, jovem ou idosa, essa pessoa evita olhar nos olhos de sua vítima. Prefere observar de soslaio ou quando sua observação não está sendo percebida. Por outro lado gostam de tocar na vítima sempre que a encontram, ao menos uma ou duas vezes. A pretexto de pedir favores estão sempre provocando encontros ou longas conversas telefônicas. Não raro são bajuladores e tentam comprar a simpatia da vítima com presentes e convites.
Pode ser um mero conhecido que tenta se aproximar ou pode ser o irmão que dorme no seu quarto; uma vez detectado o vampiro, sua presença deve ser evitada ou mesmo impedida definitivamente na casa e na vida da vítima, se possível for.
Melhor será se a própria vítima assumir uma postura mentalmente e objetivamente defensiva. Em caso de encontro fortuito, ao acaso, aconselha-se esquivar-se do contato físico, manter distância, proteger o plexo solar e ocultar os polegares. Ao mesmo tempo, é preciso determinar mentalmente o fechamento de todo o ser para qualquer tentativa de violação da mente ou do astral.
Para proteger-se de ação à distância é necessário praticar a meditação sobre imagens ou idéias positivas ou neutras, como paisagens naturais, pontos de luz, e oração, ou seja, formulação mental e/ou verbal de projeções igualmente positivas, voltadas para o bem pessoal e para o bem da humanidade.
É preciso superar todo o medo através da coragem que vem da valorização a honra de ser humano e coragem que vem da confiança numa justiça universal. Vencer o medo é sempre o melhor dos escudos porque o medo é a porta de entrada para todas as formas de manifestação do mal.
DRÁCULA
A lenda do Conde Drácula nasceu nos territórios da Europa Central hoje pertencentes à Romênia, um país às margens do Mar Negro que, no passado, compreendeu os principados das Valáquia e da Moldávia. Na paisagem romena, entre florestas, campos e estepes, erguem-se os imponentes e sombrios Montes Cárpatos, com altitudes de mais de 2.000 metros, parte dos Alpes da Transilvânia.
A região, habitada desde o início da Era Cristã, recebeu sucessivas hordas de diferentes povos: godos, ávaros, húngaros, eslavos, tártaros, magiares. No século XIV, formaram-se os principados da Valáquia e da Moldávia, primeiro sinal de configuração do que viria a ser nação romena. Ocorreu que no século XV, os turcos invadiram aqueles territórios dando início a guerras violentas.
Foi neste cenário que, por volta de 1430, nasceu o primeiro Drácula, príncipe da Valáquia. Seu nome era Vlad, chamado Drakul – que significa dragão ou demônio – pela figura mitológica que ornava seu brasão de família.
Vlad levou uma vida de guerreiro bárbaro e é de se supor que tenha sido traumatizado desde a mais tenra idade. Ainda jovem, foi mantido prisioneiro pelos turcos e com eles presenciou e aprendeu métodos de tortura e a terrível execução por empalamento.
Em 1448, aos 18 anos, diplomático, conseguiu que seus inimigos o colocassem no trono da Valáquia. A pretexto de unificar o país e expulsar seus antigos captores e invasores, Vlad deu início a um reinado de campanhas bélicas pontuadas por chacinas sangrentas e torturas. A morte coletiva dos prisioneiros, por empalamento, tornou-se comum o que valeu ao soberano o apelido de Tepes ou "Empalador". Além disso, a ira de Vlad resultava em punições cruéis, dignas de uma mente sádica: cozinhar pessoas, queimá-las em fogueiras, esfolamento, mutilações.
A revolta inevitável das populações martirizadas e o interesse político da nobreza vizinha finalmente derrotou o tirano que foi capturado pelo rei Matias, da Hungria. Conta a lenda que, no cárcere, Vlad Drácula se divertia empalando pequenos animais que os guardas forneciam.
Em 1474, depois de 12 anos encarcerado, o Empalador recuperou a liberdade pela via da negociação política e voltou a ocupar o trono da Valáquia. Dois meses depois, morria, aos 45 anos, ferido durante mais uma batalha contra os turcos.
Sua cabeça foi cortada, conservada em mel e enviada ao sultão como troféu. Seu corpo, desapareceu em sepultura anônima.
DRAKUL: DE EMPALADOR SÁDICO A VAMPIRO
A relação entre o príncipe Vlad Tepes da Valáquia e o Conde Drácula foi estabelecida por supostos laços de família, forjados por uma espécie de sincretismo cultural popular que certamente inspirou o romancista Bram Stoker na construção do personagem que imortalizou a imagem do vampiro nobre linhagem, habitante de um castelo nos Montes Cárpatos. Ao guerreiro histórico misturaram-se as tradições mais antigas do povo romeno, superstições que refletem os terrores e a simplicidade religiosa dos camponeses.
Ali, acredita-se que pessoas excomungadas, malditas pela Igreja Ortodoxa Oriental, que domina a região, depois de mortos, transformam-se em cadáveres ambulantes, os moroi. Seriam também condenadas ao vampirismo as crianças fruto de relações proibidas, as crianças pagãs – não batizadas – e o sétimo filho de um sétimo filho. A fantasia romena criou ainda os strigoi, demônios em forma de pássaro que saem à noite em busca de carne e sangue humanos.
Processadas pela artes, lendas, história e tradição romenas resultaram no Drácula estilizado, estampado nos cartazes dos cinemas, fantasia do Dia das Bruxas. Era monstro, virou galã. O Drácula contemporâneo e globalizado é um produto em forma de imagem, símbolo do poder de tudo aquilo que, apesar de apavorante, é intensamente sedutor.
O MITO DE KALI
Na Índia, fenômenos e narrativas associadas ao vampirismo estão entre as mais antigas registradas na história das civilizações. Essas narrativas fazem parte do mito de Kali, uma divindade tântrica. O Tantrismo é uma escola doutrinária de magia que se utiliza de práticas iogues sexuais como instrumento de manipulação de energias vitais.
A origem do culto à deusa Kali está situada em tempos imemoriais. Conta a lenda que durante uma batalha entre a deusa Durga e o demônio Raktabija, Kali fez sua primeira aparição. O terrível Raktabija haviaacuado Durga com um maléfico poder: cada gota derramada de seu sangue transformava-se em novo demônio, igual a Raktabija em força e aparência.
Cercada por estes clones, Durga se viu sem saída; foi quando, surgida das trvas, Kali se apresentou e atacou o demônio de maneira singular: vampirizando-o, cravandosuas longas presas douradas no pescoço de Raktabija drenou e ingeriu todo o sangue encantado. Depois, voltando-se para os clones, devorou-os um a um.
A partir dessa lenda, o mito de Kali instaurou-se e consolidou-se em numerosas seitas de adoradores que construiram seus templos em locais distantes das vilas e próximos aos locais de cremação. Kali estava definivamente associada à morte e ao signo do sangue.
Por causa do apetite sanguinário da deusa, remanescente de seu confronto com o demônio Raktabija, surgiram os rituais de sacrificios humanos oferecidos em troca de proteção em situações de guerra, quando e contra inimigos pessoais.
Um dia, porém, indignado com a crueldade dos rituais, um rei chamado Vikram resolveu proibir e punir semelhantes cultos. Ultrajada, Kali determinou-se à vingança. Tomando aparência de belíssima jovem, seduzu o rei Vikram e ficou grávida. Kali pretendia humilhar o rei com o fruto de suas relações mas a criança nasceu semi-morta.
Inconformada, a deusa rasgou o próprio seio e alimentou o bebê com seu sangue poderoso e imortal. O menino sobreviveu e recebeu o nome de Dakini. Por isso, até hoje, os seguidores de Kali são chamados dakinis – os filhos de Kali, os vampros indianos.
Dakini teve 13 filhos que teriam dado origem aos 13 clãs vampíricos, atualmente dispersos pelo mundo e dos quais, somente nove têm seus nomes de tradição conhecidos. Os 13 filhos de Dakini são também denominados Antediluvianos – ou seja, teriam existido numa época anterior ao famoso Dilúvio Bíblico, mencionado em diferentes teologias e confirmado pelas pesquisas arqueológicas e geo-físicas contemporâneas. Ainda de acordo com a crença popular, os devotos de Kali recebem como dádivas poderes paranormais e a garantia de uma morte sem sofrimentos.
Vampiros na África
Os povos da África, a despeito de sua mitologia, não são conhecidos pela sua crença em vampiros. Montague Summers, em sua pesquisa sobre o vampirismo em todo o mundo, nos anos 20, pôde encontrar somente dois exemplos: o asasabonsam e o obayifo. Desde Summers, muito pouco se tem feito para investigar o vampirismo nas crenças africanas.
O obayifo, desconhecido de Summers, era na realidade o nome Ashanti para um vampiro do Oeste africano que reapareceu sob nomes diferentes na mitologia da maioria das tribos vizinhas. Por exemplo, entre os dahomeanos, o vampiro era conhecido como o asiman. O abayifo era um bruxo que morava incógnito na comunidade. O processo para se tornar um bruxo era uma tendência adquirida - não havia laços genéticos. Portanto, não havia meios para determinar quem seria um bruxo. Secretamente, o bruxo era capaz de deixar seu corpo e viajar à noite como uma reluzente bola de luz. Os bruxos atacavam as pessoas - e sugavam seu sangue. Tinham também a habilidade de sugar o suco de frutas e legumes.
O asasabonsam era uma espécie de monstro vampírico encontrado no folclore dos povos ashanti de Ghana, na África ocidental. Na breve descrição fornecida por Sutherland Rattray, o asasabonsam tinha aparência humanóide e dentes de ferro. Morava nas profundezas da floresta e raramente era encontrado. Ficava no topo da árvores e balançava suas pernas, usando seus pés em forma de gancho para capturar pessoas desprevenidas que passassem por perto.
Trabalhando entre tribos do Rio Níger, na área do delta, Arthur Glyn Leonard constatou que os bruxos saíam de suas casas à noite para se reunir com demônios e para tramar a morte dos vizinhos. A morte se dava ao "sugar gradativamente o sangue das vítimas através de um meio invisível e sobrenatural, cujo efeito era imperceptível aos outros". Entre os ibo, acreditava-se que o processo de sugar o sangue era feito de uma maneira tão habilidosa, que a vítima sentia dor mas era incapaz de perceber sua causa física, mesmo sabendo que no final o resultado seria fatal. Leonard acreditava que a bruxaria era, na realidade, um sistema muito sofisticado de envenenamento (como o era na Europa Medieval, uma certa dosagem de magia).
P. Amaury Talbot, trabalhando entre as tribos da Nigéria, descobriu que a bruxaria era uma influência permeável e que a força mais temível atribuída aos bruxos era a de "sugar o coração" das vítimas sem que estas soubessem o que estava acontecendo. O bruxo podia sentar no telhado, à noite, e realizar sucção através de forças mágicas. Uma pessoa que estivesse morrendo de tuberculose era tida muitas vezes como sendo vítima dessa bruxaria.
Entre os povos Yakö, da nigéria, Daryll Forde descobriu a crença de que bruxos desencarnados atacavam as pessoas enquanto elas dormiam à noite. Podiam sugar seu sangue, e úlceras, acreditava-se, eram um sinal do ataque. Podiam operar como um incubus/succubus e sufocar as pessoas deitando em cima delas.
A questão de bruxaria era invocada por qualquer pessoa que estivesse em condição de sofrimento, e qualquer pessoa acusada era tratada severamente por meio de julgamentos das privações. Geralmente as mulheres estéreis ou na fase da pós-menopausa estavam mais sujeitas às acusações. Não era incomum sentenciar à morte pelo fogo uma bruxa declarada culpada. Melville Herskovits e sua mulher Frances Herskovits conseguiram relacionar um bruxo/vampiro, cuja existência foi reconhecida pela maioria das tribos africanas ocidentais, às figuras vampíricas encontradas no Caribe, o loogaroo do Haiti, o asema do Suriname e o sukuyan de Trindad. Esses três vampiros são virtualmente idênticos, embora fossem encontrados em colônias inglesas, holandesas e francesas. A crença nos vampiros parece ser um exemplo óbvio de uma aceitação comum levada da África pelos escravos que persistiu a por décadas de escravidão até o presente.
Mais recentemente, John L. Vellutini, editor do Journal of Vampirology, aceitou o desafio de investigar toda a questão do vampirismo na África. Os resultados de suas descobertas estão resumidos em dois longos artigos. Como no caso dos pesquisadores anteriores, Vellutini encontrou escasso material sobre o vampirismo no continente africano. Todavia, argumentou que, sob a superfície das crenças africanas sobre bruxaria, muito material análogo ao da Europa oriental ou ao do vampiro eslavo poderia ser encontrado. As bruxas eram vistas como figuras poderosas na cultura africana, com inúmeros poderes, inclusive a habilidade de se transformar em uma variedade de formas animais. Usando seus poderes, dedicavam-se ao ato de canibalismo, necrofagia (isto é, alimentar-se de cadáveres) e vampirismo. Essas ações constituíam atos de vampirismo psíquico, mais do que perniciosidade física. Thomas Winterbottom, por exemplo, trabalhando em Serra Leoa, em 1960, assinalou:
"Uma pessoa assassinada pela bruxaria deve morrer dos efeitos de um veneno administrado secretamente ou pela infusão desse veneno no seu sistema pela bruxa; ou, então, esta última deve assumir a forma de algum animal, como um gato ou um rato, o qual durante a noite, suga o sangue por uma ferida pequena e imperceptível, através da qual uma doença prolongada e a morte serão produzidas."
Com resultados similares, o abayfo, uma bruxa ashanti, suga o sangue das crianças enquanto voa em seu corpo espiritual, durante a noite. Entre os povos Ga, M. J. Field descobriu que as bruxas se reuniam em volta de um baisea, uma espécie de pote, que continha sangue de suas vítimas - embora qualquer pessoa que olhasse para dentro do pote pudesse ver apenas água. Aliás, acreditava-se que o líquido continha a vitalidade de suas vítimas.
Quando uma pessoa era acusada de bruxaria, ele ou ela eram colocados em privação para determinar a culpa, e se fossem declarados culpados, eram executados. Os métodos adotados por certas tribos eram estranhamente parecidos com os métodos aplicados a vampiros suspeitos na Europa oriental. Por exemplo, certa tribo iniciava a execução pela extração da língua, que era afixada ao queixo com um espinho (evitando, dessa forma, que pragas finais fosse endereçadas aos executantes). O bruxo ou bruxa eram então mortos a pauladas com uma vara afiada. Em algumas ocasiões, a cabeça era separada do corpo e este queimado ou largado na mata para os predadores.
Associados ainda de maneira mais próxima às práticas da bruxaria européia eram os esforços para verificar se a pessoa morta era uma bruxa. O corpo da bruxa acusada era levantada do chão e examinado, procurando-se sinais de sangue no local da cova, integridade e inchação anormal do corpo. A cova de uma bruxa verdadeira teria um buraco no chão, que ia do corpo até a superfície, para que ela pudesse usar a saída no forma de morcego, rato ou outro pequeno animal. Acreditava-se que a bruxa poderia continuar a operar após sua morte e que o corpo permaneceria como no dia da morte. Ao se destruir o corpo, o espírito não poderia continuar sua atividade de bruxaria.
As bruxas também tinham o poder de ressucitar os mortos e de capturar os espírito em retirada, que era transformado em fantasma, capaz de atormentar os parentes do falecido. Havia também uma crença bastante difundida na África ocidental o isithfuntela (conhecido por nomes diferentes por diversos povos), isto é, o corpo desenterrado de uma pessoa escravisada pels bruxas para realizar as suas vontades. Dizia-se que a bruxa cortava a língua da pessoa e enfiava um pino através do cérebro da criatura para que se parecesse com um corpo reavivado. Esse isithfuntela, da mesma forma, atacava as pessoas pelo hipnotismo e enfiavam um pino em suas cabeças.
Velluti concluiu que os africanos compartilhavam a crença com os europeus sobre a existência de uma classe de pessoas que podiam desafiar a morte e exercer uma influência maligna apartir do túmulo. Como os vampiros europeus, os vampiros africanos eram muitas vezes pessoas que morreram desafiando as normas da comunidade ou pelo suicídio. Ao contrário dos vampiros literários, os vampiros africanos eram tão-somente pessoas comuns, como os vampiros da Europa oriental.
Velluti especulou que as crenças africanas nas bruxas e na bruxaria talvez tenham se espalhado pelo resto do mundo, embora os antropólogos e os etnólogos não tenham encontrado essas crenças senão no século XIX. Embora perfeitamente possível, pesquisas adicionais e comparações com as provas para teorias alternativas, tais como as propostas por Devendra P. Varma para a origem asiática das crenças em vampiros precisavam ser completadas antes que se chegue a um consenso.
Chacra
CHACRAS
Os chacras são nossos "órgãos espirituais", localizados no duplo etérico, eles captam a energia vital e a distribuem para o corpo, mantendo nossas funções físicas. São centros de força, verdadeiros metabolizadores com forma espiralada que possuem hélices girando no sentido do relógio. Esses vórtices emitem não só energia mas padrões de consciência. Tudo isso é distribuído ao corpo através das glandulas endócrinas. Os chacras também são dispositivos que "sentem" a energia e nos informam sobre o mundo a nossa volta. O descontrole ou obstrução do chacra pode atingir nossa energia vital e nosso psiquismo, trazendo consequências para a saúde e a vida. Já o seu bom funcionamento estimula o auto-conhecimento e a realização não só na vida material como espiritual.
Os 7 chacras mais importantes são:
Coronário (violeta e dourado)
Frontal (índigo/violeta)
Laríngeo (azul)
Cardíaco (rosa)
Plexo solar (amarelo)
Umbilical (laranja)
Básico (vermelho)
Fontes bibliográficas
Nunes, René - Cromoterapia técnica- grafica editora/ Brennan,Bárbara Ann - Mãos de Luz- Ed. Pensamento/ Virgínia Cavalcante & Fréderic -Na palma da mão - Ed.Letras e expressões/ Aiyan Zahck - Como utilizar os cristais- editora Madras/ " A grande arte na Pintura"- Ed. Salvat

Chacra básico ou Muladhara - (fundação, raiz)
Dom: Vitalidade (instinto de sobrevivência)
Cores: Vermelho, marrom, cinza e preto.
Pedras:Granada, jaspe vermelho, hematita, quartzo fumê, turmalina negra.
Localização: Na base da coluna (abrangendo o baixo quadril, até a região dos joelhos).
Este chacra ativa a energia vital e é o grande responsável pela nossa saúde física. É a fonte da juventude. Daqui vem a coragem, o entusiasmo, a sexualidade, a agressividade para o combate, a capacidade de tomar iniciativas e a própria vontade de viver na realidade material. Aqui vamos atrás do dinheiro, do trabalho e das questões mundanas. Sob a ação do Muladhara, o sujeito marca sua presença no ambiente e anima os outros a sua volta como um gerador de energia.
Chacra obstruído:
É o "homem invisível", a pessoa de baixa vitalidade, enfermiça, parece que "não está aqui". Aérea, evita a realidade, não consegue levar seus projetos adiante, nem se sustentar, não se organiza na vida material, sua energia está faltando porque está distante de sua natureza animal.
Chacra descontrolado:
O sujeito fica ligado demais à matéria, alimenta a inveja, a cobiça, avareza, fica preso aos prazeres da vida material. Quer ostentação.

Segundo Chacra: Svadhisthana (morada do ser)
Cor: Laranja
Dom: A reação emocional
Pedra: Cornalina, calcita laranja. Pedras alaranjadas.
Região: Próximo ao umbigo. Inclui parte do intestino, ovários, rins e região lombar.
Este chacra mostra nossa reação emocional diante dos problemas e alegrias do dia-a-dia. Se ele funciona bem, vamos fluir com entusiasmo, em busca da felicidade, do contrário ficamos emperrados nos afazeres; com dor de cabeça, de estômago, queda de pressão, problemas menstruais, etc...
O Svadhisthana é um captador de influências astrais, ele ativa nossas emoções para nos avisar das vibrações hostis ou favoráveis do ambiente, levando o sujeito a se sentir mal perto de algumas pessoas ou lugares, sem saber porque.
Ele é também o centro procriador, gerando grande vitalidade sexual e física. Aqui somos criativos e vamos em busca do prazer.
Chacra obstruído:
Dificuldade em expressar as emoções e receber afeto; isso acaba prejudicando sua vida sexual.
Chacra descontrolado:
O sujeito só vive prá satisfazer suas emoções, acaba fora da real. Pode desenvolver distúrbios sexuais.
O Plexo solar - Manipura (cidade das gemas)
Dom: poder (realização pessoal)
Localização: Plexo solar
Cor:amarela
Pedras: citrino, topázio imperial.
Este centro governa o estômago, o pancreas, figado, baço e vesícula. Aqui também digerimos a experiência da vida. Seu mal funcionamento responde por descontroles como fumar, beber, comer demais ou de menos.
Ele é a sede do fogo interior, do poder, dos nossos medos e do ódio.
Se este chacra funciona bem, o sujeito tem consciência de quem ele é, vai atrás de sua realização e define sua posição no mundo. Aqui é a centro do poder pessoal, da força de vontade, e do carisma.
Centro obstruído:
Não tem auto-confiança, falta ânimo e força de vontade e o sujeito vive na dependência dos outros.
Sofre influencias externas, ataques psíquicos...
Centro Descontrolado:
O sujeito é um exibicionista que vive no centro das atenções, como se os "pobres mortais" tivessem muito que aprender com ele. Autoritário. Adora falar de suas aptidões...
Tem dificuldades em unir a afetividade à vida sexual.

Quarto Chacra- Anathata (intocado)
Dom: Amor
Cor: Verde, evoluindo para o rosa
Região: Centro do peito
Pedras: Turmalina rosa, quartzo rosa, esmeralda, jade verde, kunzita, malaquita. Pedras verdes e rosas.
Através deste chacra sentimos o amor e somos amados. Aqui o sujeito vai gostar dele mesmo e cria a harmonia à sua volta. O chacra rege o coração e as nossas relações afetivas: com marido, mãe, pai, filhos, família... Seu desequilíbrio traz o vazio existencial, a depressão, a angústia, tudo que é relacionado ao afeto.
É o chacra da compaixão, da união entre as almas, do perdão e da cura. É o mais importante para os grandes mestres. O amor é a ponte entre o humano e o divino.
Chacra obstruído:
O sujeito só pensa na satisfação de seus desejos pessoais, que nunca estão satisfeitos... Tende para a histeria. Nunca se sente amado.
Quer se mostrar sensível, fala de causas sociais só prá fazer tipo e atrair popularidade. Não consegue amar ninguém. Pode virar um vampiro.
Chacra Descontrolado:
O sujeito vira um dependente emocional dos outros.

Quinto - chacra- Vishudda (Puro)
Dom: conhecimento
Cor: Azul
Região:Garganta
Pedras: As azuis - quartzo azul, turmalina azul, sodalita, turquesa, água-marinha...
O chacra domina a garganta, ombros, boca, dentes, face e ouvido. Seu desequilíbrio pode envolver problemas de visão e dor de cabeça.
Sua tônica fundamental é a nutrição, por isso é também um centro profissional: se ele funciona bem, o sujeito recebe alimento da vida, e vai em busca da profissão desejada, o Vishuda nos acorda para nossa função na sociedade.
A comunicação, a organização do pensamento e os estudos também são seus dons. Aqui o raciocínio governa a confusão mental. Ele é a sede do nosso mestre interior.
Alguns fenômenos mediúnicos se relacionam com este chacra.
O poder mágico da palavra também pertence a ele.
Chacra obstruído:
O sujeito é insatisfeito com o trabalho, não consegue expressar seus talentos numa profissão que o agrade.
Tem medo de soltar a voz, vive engolindo tudo!
Chacra Descontrolado:
Tem sucesso, faz a cabeça dos outros com seu discurso, no entanto suas palavras quase não tem fundamentos. É o verdadeiro marketeiro.

Sexto Chacra- Frontal - Ajna (autoridade)
Dom: Compreensão
Cor: Índigo e violeta
Região: Terceiro olho
Pedra: Fluorita, ametista, sodalita, azurita
O Ajna é o centro da percepção extra-sensorial e através dele compreendemos mensagens de outras dimensões.
Ele também tem poder de comando sobre os chacras inferiores.
Este chacra governa parte do cérebro e exterioriza-se na glandula pituitária. Seu descontrole se associa à dor de cabeça, sinusite, mal de Parkinson e dificuldades em enxergar as situações. Ele é o grande responsável pela clareza da mente, quando funciona bem, o sujeito tem capacidade de raciocínio, inteligência, criatividade e capacidade de por suas idéias em prática. Aqui a imaginação se transforma em realidade, por isso é também o chacra da magia.
Chacra obstruído:
Tem conceitos confusos sobre a realidade. Suas idéias nunca funcionam.
A criatividade é obstruída pois falta-lhe energia para mantê-la. Precisa sempre de alguém para levá-lo adiante.
Chacra Descontrolado:
Usa seus poderes psíquicos para controlar as pessoas. Tem idéias em excesso e leva adiante conceitos distorcidos fazendo os outros segui-lo. Pode até dar golpe na praça. É o dono do pedaço, tem o ego inflado e o emocional imaturo.

Sétimo chacra - Sahasrara (lótus de 1000 pétalas, portão de Brahman)
Dom: Espiritualidade
Localização: No topo da cabeça
Cor: Branco, Violeta
Pedra: Ametista, quartzo branco, diamante
Este chacra governa a parte superior do cérebro e se exterioriza na glândula Pineal. Seu descontrole gera problemas de conexão com a realidade, psicopatias ou dificuldades na percepção da situação. Funcionando bem, este chacra nos mostra a transcendência, a união com deus, o momento em que o indivíduo segue seu caminho elevando-se acima dos obstáculos.
Aqui eu vou resolver as situações sem ser esmagado por elas.
Este chacra é um mestre que nos faz ouvir a inteligência cósmica, e então sabemos que rumo tomar. Daqui vem a capacidade de canalizar sem desligamento da matéria.
Chacra obstruído:
É um materialista, sua vida é norteada pelas suas posses e status, pois não percebe a vida espiritual.
Chacra Descontrolado:
A pessoa não se adapta a este planeta. Sente que está "sobrando" aqui e não há lugar prá ela. Seu mundo é rico em fantasias e não encontra lugar para seu ideal de perfeição e beleza aqui na Terra. Torna-se distante da própria vida, até um suicida em potencial.
Os chacras são nossos "órgãos espirituais", localizados no duplo etérico, eles captam a energia vital e a distribuem para o corpo, mantendo nossas funções físicas. São centros de força, verdadeiros metabolizadores com forma espiralada que possuem hélices girando no sentido do relógio. Esses vórtices emitem não só energia mas padrões de consciência. Tudo isso é distribuído ao corpo através das glandulas endócrinas. Os chacras também são dispositivos que "sentem" a energia e nos informam sobre o mundo a nossa volta. O descontrole ou obstrução do chacra pode atingir nossa energia vital e nosso psiquismo, trazendo consequências para a saúde e a vida. Já o seu bom funcionamento estimula o auto-conhecimento e a realização não só na vida material como espiritual.
Os 7 chacras mais importantes são:
Coronário (violeta e dourado)
Frontal (índigo/violeta)
Laríngeo (azul)
Cardíaco (rosa)
Plexo solar (amarelo)
Umbilical (laranja)
Básico (vermelho)
Fontes bibliográficas
Nunes, René - Cromoterapia técnica- grafica editora/ Brennan,Bárbara Ann - Mãos de Luz- Ed. Pensamento/ Virgínia Cavalcante & Fréderic -Na palma da mão - Ed.Letras e expressões/ Aiyan Zahck - Como utilizar os cristais- editora Madras/ " A grande arte na Pintura"- Ed. Salvat
Chacra básico ou Muladhara - (fundação, raiz)
Dom: Vitalidade (instinto de sobrevivência)
Cores: Vermelho, marrom, cinza e preto.
Pedras:Granada, jaspe vermelho, hematita, quartzo fumê, turmalina negra.
Localização: Na base da coluna (abrangendo o baixo quadril, até a região dos joelhos).
Este chacra ativa a energia vital e é o grande responsável pela nossa saúde física. É a fonte da juventude. Daqui vem a coragem, o entusiasmo, a sexualidade, a agressividade para o combate, a capacidade de tomar iniciativas e a própria vontade de viver na realidade material. Aqui vamos atrás do dinheiro, do trabalho e das questões mundanas. Sob a ação do Muladhara, o sujeito marca sua presença no ambiente e anima os outros a sua volta como um gerador de energia.
Chacra obstruído:
É o "homem invisível", a pessoa de baixa vitalidade, enfermiça, parece que "não está aqui". Aérea, evita a realidade, não consegue levar seus projetos adiante, nem se sustentar, não se organiza na vida material, sua energia está faltando porque está distante de sua natureza animal.
Chacra descontrolado:
O sujeito fica ligado demais à matéria, alimenta a inveja, a cobiça, avareza, fica preso aos prazeres da vida material. Quer ostentação.
Segundo Chacra: Svadhisthana (morada do ser)
Cor: Laranja
Dom: A reação emocional
Pedra: Cornalina, calcita laranja. Pedras alaranjadas.
Região: Próximo ao umbigo. Inclui parte do intestino, ovários, rins e região lombar.
Este chacra mostra nossa reação emocional diante dos problemas e alegrias do dia-a-dia. Se ele funciona bem, vamos fluir com entusiasmo, em busca da felicidade, do contrário ficamos emperrados nos afazeres; com dor de cabeça, de estômago, queda de pressão, problemas menstruais, etc...
O Svadhisthana é um captador de influências astrais, ele ativa nossas emoções para nos avisar das vibrações hostis ou favoráveis do ambiente, levando o sujeito a se sentir mal perto de algumas pessoas ou lugares, sem saber porque.
Ele é também o centro procriador, gerando grande vitalidade sexual e física. Aqui somos criativos e vamos em busca do prazer.
Chacra obstruído:
Dificuldade em expressar as emoções e receber afeto; isso acaba prejudicando sua vida sexual.
Chacra descontrolado:
O sujeito só vive prá satisfazer suas emoções, acaba fora da real. Pode desenvolver distúrbios sexuais.
O Plexo solar - Manipura (cidade das gemas)
Dom: poder (realização pessoal)
Localização: Plexo solar
Cor:amarela
Pedras: citrino, topázio imperial.
Este centro governa o estômago, o pancreas, figado, baço e vesícula. Aqui também digerimos a experiência da vida. Seu mal funcionamento responde por descontroles como fumar, beber, comer demais ou de menos.
Ele é a sede do fogo interior, do poder, dos nossos medos e do ódio.
Se este chacra funciona bem, o sujeito tem consciência de quem ele é, vai atrás de sua realização e define sua posição no mundo. Aqui é a centro do poder pessoal, da força de vontade, e do carisma.
Centro obstruído:
Não tem auto-confiança, falta ânimo e força de vontade e o sujeito vive na dependência dos outros.
Sofre influencias externas, ataques psíquicos...
Centro Descontrolado:
O sujeito é um exibicionista que vive no centro das atenções, como se os "pobres mortais" tivessem muito que aprender com ele. Autoritário. Adora falar de suas aptidões...
Tem dificuldades em unir a afetividade à vida sexual.
Quarto Chacra- Anathata (intocado)
Dom: Amor
Cor: Verde, evoluindo para o rosa
Região: Centro do peito
Pedras: Turmalina rosa, quartzo rosa, esmeralda, jade verde, kunzita, malaquita. Pedras verdes e rosas.
Através deste chacra sentimos o amor e somos amados. Aqui o sujeito vai gostar dele mesmo e cria a harmonia à sua volta. O chacra rege o coração e as nossas relações afetivas: com marido, mãe, pai, filhos, família... Seu desequilíbrio traz o vazio existencial, a depressão, a angústia, tudo que é relacionado ao afeto.
É o chacra da compaixão, da união entre as almas, do perdão e da cura. É o mais importante para os grandes mestres. O amor é a ponte entre o humano e o divino.
Chacra obstruído:
O sujeito só pensa na satisfação de seus desejos pessoais, que nunca estão satisfeitos... Tende para a histeria. Nunca se sente amado.
Quer se mostrar sensível, fala de causas sociais só prá fazer tipo e atrair popularidade. Não consegue amar ninguém. Pode virar um vampiro.
Chacra Descontrolado:
O sujeito vira um dependente emocional dos outros.
Quinto - chacra- Vishudda (Puro)
Dom: conhecimento
Cor: Azul
Região:Garganta
Pedras: As azuis - quartzo azul, turmalina azul, sodalita, turquesa, água-marinha...
O chacra domina a garganta, ombros, boca, dentes, face e ouvido. Seu desequilíbrio pode envolver problemas de visão e dor de cabeça.
Sua tônica fundamental é a nutrição, por isso é também um centro profissional: se ele funciona bem, o sujeito recebe alimento da vida, e vai em busca da profissão desejada, o Vishuda nos acorda para nossa função na sociedade.
A comunicação, a organização do pensamento e os estudos também são seus dons. Aqui o raciocínio governa a confusão mental. Ele é a sede do nosso mestre interior.
Alguns fenômenos mediúnicos se relacionam com este chacra.
O poder mágico da palavra também pertence a ele.
Chacra obstruído:
O sujeito é insatisfeito com o trabalho, não consegue expressar seus talentos numa profissão que o agrade.
Tem medo de soltar a voz, vive engolindo tudo!
Chacra Descontrolado:
Tem sucesso, faz a cabeça dos outros com seu discurso, no entanto suas palavras quase não tem fundamentos. É o verdadeiro marketeiro.
Sexto Chacra- Frontal - Ajna (autoridade)
Dom: Compreensão
Cor: Índigo e violeta
Região: Terceiro olho
Pedra: Fluorita, ametista, sodalita, azurita
O Ajna é o centro da percepção extra-sensorial e através dele compreendemos mensagens de outras dimensões.
Ele também tem poder de comando sobre os chacras inferiores.
Este chacra governa parte do cérebro e exterioriza-se na glandula pituitária. Seu descontrole se associa à dor de cabeça, sinusite, mal de Parkinson e dificuldades em enxergar as situações. Ele é o grande responsável pela clareza da mente, quando funciona bem, o sujeito tem capacidade de raciocínio, inteligência, criatividade e capacidade de por suas idéias em prática. Aqui a imaginação se transforma em realidade, por isso é também o chacra da magia.
Chacra obstruído:
Tem conceitos confusos sobre a realidade. Suas idéias nunca funcionam.
A criatividade é obstruída pois falta-lhe energia para mantê-la. Precisa sempre de alguém para levá-lo adiante.
Chacra Descontrolado:
Usa seus poderes psíquicos para controlar as pessoas. Tem idéias em excesso e leva adiante conceitos distorcidos fazendo os outros segui-lo. Pode até dar golpe na praça. É o dono do pedaço, tem o ego inflado e o emocional imaturo.
Sétimo chacra - Sahasrara (lótus de 1000 pétalas, portão de Brahman)
Dom: Espiritualidade
Localização: No topo da cabeça
Cor: Branco, Violeta
Pedra: Ametista, quartzo branco, diamante
Este chacra governa a parte superior do cérebro e se exterioriza na glândula Pineal. Seu descontrole gera problemas de conexão com a realidade, psicopatias ou dificuldades na percepção da situação. Funcionando bem, este chacra nos mostra a transcendência, a união com deus, o momento em que o indivíduo segue seu caminho elevando-se acima dos obstáculos.
Aqui eu vou resolver as situações sem ser esmagado por elas.
Este chacra é um mestre que nos faz ouvir a inteligência cósmica, e então sabemos que rumo tomar. Daqui vem a capacidade de canalizar sem desligamento da matéria.
Chacra obstruído:
É um materialista, sua vida é norteada pelas suas posses e status, pois não percebe a vida espiritual.
Chacra Descontrolado:
A pessoa não se adapta a este planeta. Sente que está "sobrando" aqui e não há lugar prá ela. Seu mundo é rico em fantasias e não encontra lugar para seu ideal de perfeição e beleza aqui na Terra. Torna-se distante da própria vida, até um suicida em potencial.
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